Não gosto de perder muito tempo a olhar para o lado. Trabalhar com e para um objectivo liberta-nos do ruído de fundo da comparação com outros. No entanto, têm, os portugueses, o hábito de se comparar, diminuindo-se. Este Blog servirá para lembrar alguns dos que se destacam tentando suavizar o negativismo português. Não para dizer que somos melhores. Mas para lembrar que não somos piores. Antes de sermos portugueses SOMOS Humanos.
terça-feira, 30 de outubro de 2012
quarta-feira, 3 de outubro de 2012
“Becomes Me”
segunda-feira, 16 de julho de 2012
Miguel Santos
sábado, 14 de abril de 2012
Bruno Godinho

Bruno Godinho, investigador português, licenciou-se em Farmácia em Lisboa, fez mestrado em Farmacologia em Glasgow, na Escócia, terminou este ano o Doutoramento em Cork, na Irlanda.
Bruno Godinho, ganhou o prémio “Science for all”, da University College Cork, pela investigação no estudo da Doença de Huntington.
A doença de Hungtington é genética, é rara e não tem cura nem forma de ser prevenida. Os sintomas mais frequentes são movimentos involuntários, perda de memória, depressão e ansiedade. A terapêutica existente alivia alguns sintomas mas em cerca de 15 anos ocorre a morte.
A investigação do jovem de 27 anos centra-se no estudo da doença de Huntington, hereditária e sem cura, causada por uma mutação no gene de Huntington (HTT), que resulta na formação e acumulação de uma proteína de HTT tóxica que leva à destruição das células nervosas do cérebro.
terça-feira, 3 de abril de 2012
Ana Figueiredo, Catarina Mendes, Paulo França, Rita Figueiredo e Tiago Caldeira

Uma equipa de alunos da Universidade e do Instituto Politécnico de Coimbra ganhou a medalha de ouro num Campeonato Internacional de Robótica, nos EUA. A turma portuguesa criou um projeto que liga a robótica à terapia de pessoas com mobilidade condicionada.
A equipa BeFree NewTech venceu a Expert Division na edição 2012 do Fire Fighting Home Robot Contest, que decorreu no Trinity College, em Hartford.
Nesta edição participaram 135 equipas, oriundas de 7 Países. A equipa portuguesa teve que ultrapassar as competidores dos Estados Unidos, Canadá, México, Israel, Indonésia e China para chegar ao primeiro lugar do pódio.
A comitiva Portuguesa foi constituída pelos membros do Projeto BeFree. Ana Figueiredo, Catarina Mendes, Paulo França, Rita Figueiredo e Tiago Caldeira criaram o projeto que liga a robótica à terapia de pessoas com mobilidade condicionada. Este grupo de alunos da Universidade de Coimbra e do Instituto Politécnico de Coimbra obteve o galardão máximo desta 19ª Edição do concurso internacional.
Nas competições os robots foram chamados a desempenhar várias tarefas no cenário de uma casa em que era necessário apagar diversos fogos, representados por velas a arder. Na Expert Division, o robot teve de enfrentar um largo conjunto de obstáculos, constituídos por mobiliário diverso – sofás, mesas, camas, armários – situados nos quartos e corredores até localizarem as pequenas velas.
Segundo Tiago Caldeira, "a prestação destes jovens vem demonstrar que a despesa envolvida na preparação e deslocação a eventos deste tipo é, antes de mais, um investimento no futuro". Tiago Caldeira defendeu, ainda, que a equipa demonstrou, "nos Estados Unidos que, pelo menos, ao nível da inteligência e do conhecimento tecnológico, Portugal não está em crise!".
quinta-feira, 29 de março de 2012
Carlos Tavares
Várias doenças transmitidas por mosquitos, como a malária, a febre de dengue e outras, podem ter a propagação dificultada com um novo material desenvolvido em Portugal. Uma equipa de cientistas, liderada pela Universidade do Minho, criou um material que liberta repelentes e insecticidas por acção da luz solar. Estando a merecer a atenção do Brasil é visto como uma forma de combater epidemias nos países em desenvolvimento.
O físico Carlos Tavares coordena o projecto.
Notícia aqui
quarta-feira, 28 de março de 2012
Renata Gomes

Jovem investigadora portuguesa premiada no Parlamento Britânico
Renata Gomes, de 26 anos, apresentou, em 26 de Março de 2012, o seu projecto científico na Câmara dos Comuns, em Londres. A fazer o doutoramento na Universidade de Oxford, a jovem explicou a uma centena de pessoas e a um júri de cientistas e políticos a estratégia que está a desenvolver para promover, após um enfarte, a regeneração do tecido cardíaco. A sua pesquisa acabaria por receber, entre 53 candidaturas, um Silver Certificate e 2000 libras esterlinas (2386 euros) no âmbito dos prémios Science, Engineering and Technology (SET) for Britain, organizados anualmente pela Comissão Parlamentar e Científica, que fomenta a comunicação entre cientistas e políticos.
A cientista foi a laureada mais jovem de sempre e a primeira a não ser só britânica. Está a desenvolver novas terapêuticas à base de nanotecnologia. A ideia é introduzir pequenos fragmentos genéticos, chamados micro-ARN, nos tecidos cardíacos para aumentar a eficácia dos transplantes de células estaminais, capazes de regenerar o tecido afectado.

